NTO-E-VÍRGULA (;)
Este sinal serve de intermediário entre o ponto e a vírgula, aproximando-se ora mais de um ora mais de outro, segundo os valores pausais e melódicos que representa no texto. Apesar da imprecisão deste sinal, pode-se estabelecer alguns empregos para ele.
1. Serve para separar orações coordenadas com certa extensão e que possuam a mesma estrutura sintática, sobretudo, se possuem partes já divididas por vírgulas;
Exemplos:
Das graças que há no mundo, as mais sedutoras são as da beleza; as mais picantes, as do espírito; as mais comoventes, as do coração.
Nos dias de hoje, é preciso andar com cautela; antigamente, a vida era mais tranqüila.
Feito para compartilhar estudos,curiosidades,novidades,músicas,filmes,revistas e tudo que envolve leitura e desenvolvimento
terça-feira, 10 de maio de 2011
pontuação/vírgula
Gramática » Pontuação
Pontuação:
É o conjunto de sinais gráficos que possui basicamente duas funções: representar, na língua escrita, as pausas e a entoação da língua falada, na tentativa de reconstituir o movimento vivo, recursos rítmicos e melódicos que a oralidade possui e dividir as partes do discurso que não têm entre si uma íntima relação sintática.
EMPREGO DOS SINAIS GRÁFICOS
VÍRGULA (,)
Emprega-se a vírgula nos seguintes casos:
1. para separar termos da mesma função sintática;
Exemplos:
Pedro, João, Mateus e Tiago eram alguns dos apóstolos de Jesus. (Pedro, João, Mateus e Tiago exercem a mesma função sintática nessa oração, ou seja, a de sujeito.)
Ana vendeu um sofá, duas poltronas, uma estante e uma mesinha. (sofá, poltronas, estante e mesinha funcionam, aqui, como objetos diretos da oração.)
Observações: Quando as conjunções "e", "ou" e "nem" vierem repetidas numa enumeração, dando ênfase ao que se diz, costuma-se separar os termos coordenados.
Exemplos:
Abrem-se lírios, e jasmins, e rosas, e cravos...
Ou você presta atenção à aula, ou você conversa, ou você sai da sala.
Nem eu, nem tu, nem qualquer outra pessoa resolverá este caso.
Quando se usa a conjunção "ou" para indicar equivalência entre dois termos, pode-se ou não empregar-se uma vírgula antes da conjunção e outra depois da palavra que indica equivalência.
Exemplos:
Cláudia, ou sua irmã, deverá ser a oradora da turma.
Cláudia ou sua irmã deverá ser a oradora da turma.
Torna-se necessária a vírgula antes da conjunção "e" quando servir para separar orações coordenadas que tenham sujeitos diferentes.
Exemplos:
A primavera despertava as flores, e os coqueiros balançavam preguiçosos ao vento. (Neste exemplo, o "e" não está ligando flores a coqueiros, pois este termo é sujeito da forma verbal balançavam, e flores é objeto direto de DESPERTAva que tem como sujeito a palavra primavera.)
Ele dizia muitas coisas, e sua esposa só ouvia
CASOS EM QUE NÃO SE DEVE EMPREGAR A VÍRGULA
A) Não se deve separar por vírgula o sujeito de seu predicado, os verbos de seus complementos e destes os adjuntos adverbiais se vierem na ordem direta.
Ordem direta = SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTOS + ADJUNTOS ADVERBIAIS
Exemplos:
Pedro, comprou um livro no sebo. (errado)
Pedro comprou, um livro no sebo. (errado)
Pedro comprou um livro, no sebo. (errado)
Pedro comprou um livro no sebo . (certo)
Pontuação:
É o conjunto de sinais gráficos que possui basicamente duas funções: representar, na língua escrita, as pausas e a entoação da língua falada, na tentativa de reconstituir o movimento vivo, recursos rítmicos e melódicos que a oralidade possui e dividir as partes do discurso que não têm entre si uma íntima relação sintática.
EMPREGO DOS SINAIS GRÁFICOS
VÍRGULA (,)
Emprega-se a vírgula nos seguintes casos:
1. para separar termos da mesma função sintática;
Exemplos:
Pedro, João, Mateus e Tiago eram alguns dos apóstolos de Jesus. (Pedro, João, Mateus e Tiago exercem a mesma função sintática nessa oração, ou seja, a de sujeito.)
Ana vendeu um sofá, duas poltronas, uma estante e uma mesinha. (sofá, poltronas, estante e mesinha funcionam, aqui, como objetos diretos da oração.)
Observações: Quando as conjunções "e", "ou" e "nem" vierem repetidas numa enumeração, dando ênfase ao que se diz, costuma-se separar os termos coordenados.
Exemplos:
Abrem-se lírios, e jasmins, e rosas, e cravos...
Ou você presta atenção à aula, ou você conversa, ou você sai da sala.
Nem eu, nem tu, nem qualquer outra pessoa resolverá este caso.
Quando se usa a conjunção "ou" para indicar equivalência entre dois termos, pode-se ou não empregar-se uma vírgula antes da conjunção e outra depois da palavra que indica equivalência.
Exemplos:
Cláudia, ou sua irmã, deverá ser a oradora da turma.
Cláudia ou sua irmã deverá ser a oradora da turma.
Torna-se necessária a vírgula antes da conjunção "e" quando servir para separar orações coordenadas que tenham sujeitos diferentes.
Exemplos:
A primavera despertava as flores, e os coqueiros balançavam preguiçosos ao vento. (Neste exemplo, o "e" não está ligando flores a coqueiros, pois este termo é sujeito da forma verbal balançavam, e flores é objeto direto de DESPERTAva que tem como sujeito a palavra primavera.)
Ele dizia muitas coisas, e sua esposa só ouvia
CASOS EM QUE NÃO SE DEVE EMPREGAR A VÍRGULA
A) Não se deve separar por vírgula o sujeito de seu predicado, os verbos de seus complementos e destes os adjuntos adverbiais se vierem na ordem direta.
Ordem direta = SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTOS + ADJUNTOS ADVERBIAIS
Exemplos:
Pedro, comprou um livro no sebo. (errado)
Pedro comprou, um livro no sebo. (errado)
Pedro comprou um livro, no sebo. (errado)
Pedro comprou um livro no sebo . (certo)
Assinar:
Postagens (Atom)